Conforme prometido, esse post é uma sequência do post 9269 (Mentiras convenientes sobre o nosso planeta) onde pessoal da comunidade científica brasileira, acompanhando colegas de várias partes do mundo, especialistas em clima, vieram a público para o desagravo contra as falácias ambientalistas que andam em derredor buscando a quem possam tragar.
Neste, dirijo-me ao publico em geral e aos cristãos em particular. Parece-me, extremamente, estranho que pessoas com conhecimento bíblico, em graus que vão do mínimo ao máximo, estejam andando abraçados, pior, servindo como propagadores de absurdos inaceitáveis, ao nosso ponto de vista cristão, a respeito do planeta no qual vivemos e que nos foi destinado pelo Criador.
Antes de tudo, não será demais lembrar do texto bíblico: Vamos lá, em Atos 2: 13 a 21, segundo a versão A Bíblia Viva, em português, da Ed. Mundo Cristão.
“Porém, outros da multidão caçoavam. “Eles estão bêbados, isso sim!” diziam. Nisso, Pedro deu um passo à frente com os onze apóstolos e gritou à multidão: “Ouçam, todos vocês, visitantes e igualmente moradores de Jerusalém! Fiquem sabendo isso: Alguns de vocês está dizendo que estes homens estão bêbados! Não é verdade! É muito cedo para isto! Ninguém fica embriagado às nove horas da manhã! O que vocês estão vendo nesta manhã foi profetizado há séculos pelo profeta Joel – ‘Nos últimos dias’, disse Deus, ‘Eu derramarei o Meu Espírito Santo sobre toda a humanidade; os filhos e as filhas de vocês profetizarão, os jovens terão visões, e os velhos terão sonhos. Sim, o Espírito Santo virá sobre todos os meus servos, homens e mulheres, e eles profetizarão. E Eu provocarei extraordinárias demonstrações nos céus e na terra – sangue, fogo, e nuvens de fumaça; o sol ficará negro, e a lua ficará vermelha como sangue, antes de chegar aquele poderoso Dia do Senhor. Porém, todo aquele que pedir, pelo nome do Senhor, será salvo’.
Ainda com olhos e ouvidos nas palavras de Jacques Ellul, eles estão evidenciando considerar a tecnologia como o seu sagrado. Quando o professor Luiz Carlos Mollion deu entrevista ao Programa Livre da Band, refutando uma a uma das tragédias anunciadas (aquecimento do planeta, efeito estufa, elevação do nível do mar, floresta amazônica pulmão da Terra, etc.) pelos ditos ambientalistas, o jornalista Fernando Mitre expressou, como ninguém, quem é o deus de toda essa gente (políticos, pastores, padres e teólogos inclusos, mais a mídia pelega dos interesses dos países desenvolvidos) ao perguntar ao Mollion: Então o senhor está dizendo que todos os participantes da conferência de Copenhagen estavam errados? Que equivaleria a dizer, ‘então o deus tecnologia está errado?’
Ainda bem que, nesse caso, há uma enorme parcela de cientistas (mais de trinta mil) contrários às teses ambientalistas. Os interessados encontrarão farto material a esse respeito, na Internet, particularmente no YouTube.
Mas nosso negócio aqui é mais cristão. O resto do pessoal está interessado em política, economia, domínio, etc. e esses não são e não deveriam ser nossos interesses principais. Não há um dia em que as palavras de Jesus (Buscai primeiro o Reino de Deus e as outras coisas vos serão acrescentadas) não me assombrem. Nesse caso das alterações climáticas do planeta, temos trocentas evidências bíblicas, além da citada, a nos respaldar. Até parece que Deus sabia, antecipadamente, das dificuldades pelas quais passaríamos em nossos dias com o enfraquecimento da Igreja, principalmente por mudar o foco do Deus verdadeiro por outros deuses, no caso, a tecnologia.
Os maiores responsáveis, ou irresponsáveis (como prefere o Ellul) são os pastores e/ou teólogos ao aderir aos argumentos desses apologistas dos infernos, abandonando os pressupostos bíblicos. Se ficarmos firmes com o que nossas bíblias nos informam, sobejamente, não seremos vitimas dos interesses dos países desenvolvidos dominantes e seus objetivos perpetuadores desse domínio. Igualmente, os povos desses países estarão sujeitos às mesmas consequências que poderão ocorrer quando vierem as verdadeiras mudanças climáticas e com o mesmo direito de todos nós em clamar a Deus e serem salvos.
Para mim, esses pastores que andam por ai propagando os argumentos ambientalistas não merecem nenhum respeito e deveriam ser abandonados às suas crenças nefastas.
Evidentemente, e antes que alguém me apareça com alguma gracinha típica dos radicais, não importa o lado, todos nós precisamos e devemos preservar o planeta, responsavelmente. Em minha modesta opinião, o ideal é sempre perguntar se sabemos quais são as consequências do que estamos fazendo para a vida do ser humano e do planeta. Há muito a fazer e a deixar de fazer com capacidade de melhorar as duas coisas.
Outro dia, alguém chamava (via Twitter) um cientista contrário às falácias ambientalistas de extremista de direita. Perguntei-lhe então se a nossa posição, nesses temas, seria necessariamente uma questão meramente ideológica, pois ao que parece, o pessoal anda tentado vincular ambientalismo ao perfil mais adequado aos liberais de esquerda. Nada mais equivocado, a meu ver. Mas, infelizmente, estamos convivendo com um monte de pastores panacas que tentam incluir em sua agenda a militância política, sem o devido cuidado e preparo. As ideias ambientalistas são muito mais propicias aos regimes conservadores de direita do que a verdade sobre esses fatos. Basta lembrar que o maior apologista das ideias ambientalistas é ninguém menos que o Sr. Al Goré, ex vice presidente dos Estados Unidos e um dos principais acionistas da Apple, a empresa cujo símbolo é o pecado.
O que mais nos interessa, afinal, é o fato de a Bíblia ser a outra via nesse tema, a melhor, pelo menos para mim. Nenhum desses fatores, certos ou errados, nos importará. Se não a nossa opção correta ao Deus verdadeiro.
Alguém disse: A religião é um fenômeno de desconexão da força superior. Creio nisso. Infelizmente, a religião não é mais o maior inimigo de nossa amizade com o Criador. Foi batida pela tecnologia e não foi por falta de aviso. O Jacques Ellul cansou de avisar, a ideia sempre foi convencer que a tecnologia liberta o homem e nisso ela se saiu muito melhor do que as igrejas.
Dia desses, alguém me enviou um link de um vídeo contendo uma palestra de um desses pastores da moda. Não sei se foi gravado durante algum culto ou outro tipo de evento, mas certamente foi realizado na igreja dirigida por ele. Logo de inicio ele diz a que veio, ou seja, faz uma crítica meio sem pé nem cabeça contra os caras que criticam a igreja sem fazer parte dela. Ato continuo, declara ter decidido ser pastor ainda na adolescência e chega a mencionar tempos difíceis de seu primeiro pastorado. Na conclusão invocou o engajamento de sua igreja em obras sociais, as quais dá o nome de Missão Integral, se não me engano, tentando justificar seu “acerto” ministerial. Entendi, então, porque me enviaram o tal link, ou seja, fui considerado um dos tais críticos da igreja, sem fazer parte dela, provavelmente.
Ora, a igreja institucional não está proibida de existir. Até onde sei, no Brasil e na maioria dos países desse mundo esse ato é permitido. Entretanto, nada a isenta de críticas e, tampouco está acima das leis, sem falar da ética cristã. Creio que nosso colega (fomos colegas de seminário) propositalmente ou não, mistura sua instituição igreja com a ideia neo testamentária de igreja. Sim, já que qualquer teólogo de esquina sabe muito bem que essas casas ditas “igrejas”, espalhadas mundo afora, pouco ou nada tem a ver com os ideais de Jesus Cristo. Ele nunca fundou uma igreja institucional, antes foi o maior crítico dessas espeluncas sem nunca pertencer a elas. Deixou claro que a verdadeira igreja seria a reunião daqueles que o seguissem tomando suas próprias cruzes e seguindo a dele. Aos sacerdotes considerou como os tais “sepulcros caiados e raça de víboras”.
Para completar essa tragédia, seus seguidores mais comprometidos, como Pedro, por exemplo, trataram de sacramentar as ideias subversivas de Jesus dizendo que deveríamos ser “pedras vivas” e não um bando entre pedras. As cartas de Paulo, ainda que contenham bom estoque orientador dos passos a serem dados na senda cristã, confundem e embolam o meio de campo da galera. Talvez por problemas de tradução e hermenêutica ou, o mais provável, devido a inserções nada honestas nos textos, provenientes de desejos canhestros papais e sacerdotais ao longo da história da igreja. Paulo, em si, devia ser um grande sujeito e melhor cristão, ainda. O fato é que Jesus não tem nada a ver com essas igrejas, sejam católicas, protestantes (incluindo todas as seitas conhecidas), etc. Sua verdadeira igreja não é e nunca será algum tipo de religião ou instituição. A igreja dele é formada por nós, que nele cremos, buscamos distância do pecado e nos esforçamos para seguir seus ensinamentos, enquanto aguardamos sua volta triunfal.
Para concluir, o próprio mestre da Galileia não caiu na cilada de embarcar na proposta diabólica feita por ninguém menos que Judas de cuidar do social. Ele disse, “os pobres sempre os tereis convosco” quando ouviu a tentação de Judas. A receita dele para esse problema era bem outra: “Fiz-me pobre com os pobres para que vocês fossem ricos”. Em palavras mais diretas, a Missão Integral que ele desejava incluía o desprendimento de nos despojar completamente das coisas materiais como caminho para uma riqueza verdadeira, que não era material, certamente.
Sair por aí distribuindo as infames cestas básicas, ensinando artesanato para manter os pobres mais pobres, ou perpetuando-os ao horroroso trabalho de catadores de lixo, sem um mínimo de respeito pelo ser humano, me desculpe, só pode ser coisa do demo. Não se enganem, eles fazem isso para camuflar seus pecados, a exemplo de Judas e sua proposta de Missão Integral aos pobres.
Entretanto, anseio de todo meu coração, embora considere isso como ministério de tipo João Batista, ou seja, de pregar ao vento, que as pessoas membros das igrejas institucionais se convertam e voltem ao primeiro amor, como aconselhou Paulo aos gálatas. Entristecem-me as palavras do meu colega de seminário quando ele trata a mim (supostamente) ou a quem quer que tenha sido alvo de suas palavras, como inimigo, sem qualquer sentimento cristão de perdão e muito menos de arrependimento. Conheço muitos que, como eu, deram o melhor de suas vidas a uma dessas “igrejas” para descobrir depois que elas nos traiam. Mesmo assim, todos nós tememos pelo fim espiritual das pessoas engajadas nesses antros, onde pouco ou nada há de Deus e de Seu Filho. Apesar de tudo, ainda insistimos com Deus que liberte e salve a todos.
Em 1992 o Dr. Milton Santos já sentia e antevia o terror causado pela mídia em relação a pseudos fenomemos ambientais.
A mediação interessada, tantas vezes interesseira, da mídia, conduz, não raro, à doutorização da linguagem, necessária para ampliar o seu crédito, e à falsidade do discurso, destinado a ensombrear o entendimento. O discurso do meio ambiente é carregado dessas tintas, exagerando certos aspectos em detrimento de outros, mas, sobretudo, mutilando o conjunto.
O terrorismo da linguagem (H. Lefebvre, 1971, p, 56) leva a contra-verdades mediáticas, conforme nos ensina B. Kayser (1992). Este autor nos dá alguns exemplos, convidando-nos a duvidar do próprio fundamento de certos discursos das mídias. Por exemplo “Sobre o aquecimento da terra e o efeito estufa”. Pode-se estar certo de que, apesar do continuo crescimento do teor CO² da atmosfera, desde os começos da era industrial, o clima não conheceu aquecimento no século 20. As normais medidas entre 1951 e 1980, em relação à do período 1921 – 1950 mostram, ao contrário, uma baixa (não significativa) de – 0,3. De qualquer modo, a evolução é muito lenta, e dezenas de anos são necessários para que se registre uma mudança climática. O apocalipse anunciado – fusão de glaciares, elevação do nível do mar, etc. – não é seguramente para amanhã. Se é necessário lutar contra a poluição, a degradação do meio ambiente, devemos fazê-lo com os olhos abertos, com base em análises científicas e não nos limitando a gritar: “está pegando fogo”.
Se antes a natureza podia criar o medo, hoje é o medo que cria uma natureza mediática e falsa, uma parte da Natureza sendo apresentada como se fosse o todo.
O que, em nosso tempo, seja talvez o traço mais dramático, é o papel que passaram a obter, na vida quotidiana, o medo e a fantasia. Sempre houve épocas de medo. Mas esta é uma época de medo permanente e generalizado. A fantasia sempre provocou o espirito dos homens. Mas agora, industrializada, ela invade todos os momentos e todos os recantos da existência ao serviço do mercado e do poder e constitui, juntamente com o medo, um dado essencial de nosso modelo de vida.
O império universal do medo e o império universal da fantasia são criações sobrepostas. Já Freud (1920) escrevia que “A criação do domínio mental da fantasia tem reprodução na criação de “reservas” e “parques naturais” em lugares onde as incursões da agricultura, do trânsito ou da indústria ameaçam transformar… rapidamente a terra em alguma coisa irreconhecível”. A “reserva” se destina a manter o velho estado de coisas que foram lamentavelmente sacrificadas à necessidade em todos os outros lugares; ali, tudo pode crescer e expandir-se à vontade, inclusive, o que é inútil e até o que é prejudicial. O domínio mental da fantasia é também uma reserva assim recuperada das invasões do princípio da realidade”. (Leo Marx, 1976, p. 12)
Quanto ao medo, lembra-nos Ramsey Clark que ele “já nos induz a pensar mais na incolumidade do que na justiça” e Furio Colombo (1973, p. 56) utiliza esse testemunho para explicar as violações da lei cada vez mais frequentes, no mundo, pelos próprios órgãos legais.
É a mídia o grande veiculo desse processo ameaçador da integridade dos homens. Virtualmente possível, pelo uso adequado de tantos e tão sofisticados recursos técnicos, a percepção, é mutilada, quando a mídia julga necessário, através do sensacional e do medo, captar a atenção. Muitos movimentos ecológicos, cevados pela mídia, destroem, mutilam ou reprimem a Natureza…
Quando o “meio ambiente”, como Natureza-espetáculo, substitui a Natureza Histórica, lugar de trabalho de todos os homens, e quando a natureza “cibernética” ou “sintética” substitui a natureza analítica do passado, o processo de ocultação do significado da História atinge o seu auge. É também, desse modo que se estabelece uma dolorosa confusão entre sistemas técnicos, natureza, sociedade, cultura e moral.
Bradamos contra certos efeitos da exploração selvagem da natureza. Mas não falamos bastante da relação entre sua dominação tecnicamente fundada, as forças mundiais que insistem em manter o mesmo modelo de vida e o fato já apontado, desde os anos 50, pr G. Friedmann, de que a tecnicização está levando ao condicionamento anárquico do homem moderno. A racionalização da existência, tão dependente das relações atuais entre técnica e sociedade, é um dos seus pilares.
Ontem, a técnica era submetida. Hoje, conduzida pelos grandes atores da economia e da politica, é ela que submete. Onde está a natureza servil? Na verdade é o homem que se torna escravizado, num mundo em que os dominadores não se querem dar conta de que suas ações podem ter objetivos, mas não têm sentido. O imperativo da competitividade, uma carreira desatinada sem destino, é o apanágio dessa dissociação entre moralidade e ação que caracteriza a implantação em marcha da chamada “nova ordem mundial”, onde os objetivos humanos e sociais cedem a frente da cena, definitivamente, a preocupações secamente econômicas, com papel hoje onimodo da mercadoria, incluindo a mercadoria politica. Não só a natureza é apresentada em frangalhos, mas também a Moral, e, na ausência de um sentido comum, já dizia o Marx da Miséria da Filosofia: “é fácil inventar causas místicas”.
Não basta, porém, o criticismo, para exorcizar esses perigos que nos rondam. Já em 1949, Georges Friedmann nos aconselhava a considerar que esse meio técnico “é realidade com a qual nos defrontamos” e que, por isso, “é preciso estudá-la com todos os recursos do conhecimento e tentar dominá-la e humaniza-la”
Achei por bem alertar, principalmente, às pessoas vítimas da nefasta influência dos ditos pastores liberais evangélicos, sobre toda essa falácia ambientalista a respeito de aquecimento global, efeito estufa, buraco na camada de ozônio, CO², etc. Como se já não bastassem os nossos paspalhos evangélicos, há os católicos excomungados como o perigoso Leonado Boff e outros sem vínculos religiosos, mas cheios de outros interesses. Todos eles juram estar defendendo o planeta contra os interesses de mercado, entretanto, quem mais lucra com todas essas mentiras deslavadas é, justamente, o mercado. No caso do Brasil, bem como da África e outras regiões colonizadas, a meta é justamente essa, nos manter como colônia, com todas as centenárias mazelas que só serve para nos manter nessa eterna condição de escória da humanidade.
Deixarei você com a entrevista do Professor Ricardo A. Felício pela Terra Notícias e mais algumas sugestões complementares. Existem hoje, mais de 35 mil autoridades relacionadas ao tema que se opõem a essas bobagens assassinas, também. Mas graças ao Sr. Murdoch e Cia.(Rede Globo e suas filhotinhas insignificantes brasileiras inclusas) o povo segue sendo ludibriado e caindo em todas as ciladas que os interessados em manter as pessoas sob medo constante vivem armando. Na próxima postagem voltarei com minhas considerações a respeito, sobretudo, vinculando esse tema com os rumos da igreja cristã evangélica institucional, em nossos dias.
“Rio+20 é mamata e aquecimento, história pra boi dormir”, diz professor”
A pouco mais de um mês para a Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, o professor Ricardo Augusto Felício é a “água no chope” de qualquer tese ambientalista, a ponto de dizer que o aquecimento global é “história para boi dormir”, que o protocolo de Kyoto “é uma grande besteira” e que Al Gore, o ex-vice-presidente americano que fez o documentário “Uma Verdade Inconveniente”, sobre os perigos da elevação das temperaturas no planeta, não passa de um “sem-vergonha”.
O que mais intriga em Felício, e que serve como contraponto ao espírito de conservação ambiental e de políticas de sustentabilidade tão em voga, é que o seu discurso é embasado em estudos e, claro, na sua formação específica: é bacharel e mestre em meteorologia da Antártida, onde já esteve para duas temporadas de pesquisas, além de doutor em climatologia da Universidade de São Paulo.
Ele repudia a existência do aquecimento global e afirma, com toda a convicção, que buraco na camada de ozônio é algo equivocado, pois sem a incidência do sol, ela simplesmente não existe, é um estado transitório. Sempre com argumentos fortes. “Não é teoria da conspiração, é mentira mesmo. São vários os interesses. O discurso da mídia está sempre pautado no medo, na morte e no futuro. A gente fica evocando os maiores medos da humanidade”, explica.
Vinte anos após a Eco92, o Brasil, e especificamente o Rio de Janeiro, volta a ser o centro das atenções em temas relacionados ao meio ambiente e suas políticas a partir do mês que vem. Para o professor, porém, tudo não passa de “uma grande mamata”. “A cada 20 dias tem uma reunião num lugar exótico: você não adoraria viajar? Copenhague no Natal? Show!”, afirma.
Confira a seguir a entrevista exclusiva do Terra com o climatólogo da USP.
Terra: Quer dizer que essa história toda de aquecimento global é pura balela?
Ricardo Felício: É história para boi dormir. Primeiramente, pela hipótese que se utiliza: essa história toda de efeito estufa, que aí incrimina o gás CO2, aquele que alimenta toda a nossa vida, e está entre os que absorvem a radiação infravermelha, deixando a Terra ainda mais quente. Mas isso aconteceu sempre em toda a história do planeta. A taxa de CO2 é extremamente pequena, em torno de 0,033% a 0,035%. É tão ridículo! E estamos falando de todo o CO2 do planeta. Para você ter uma noção, a atividade humana é menor que a dos insetos. Não dá para engolir mais essa história. É uma física impossível. Se isso acontecesse os cientistas já teriam montado algum equipamento nesse sentido, justamente para captar essa energia extra, você não acha?
Terra: Sinceramente não sei, mas estou ouvindo sua tese.
Felício: O climatólogo canadense Timoth Oke (outro famoso por contrariar a tese coletiva do aquecimento global) dizia que nós confundimos essa ideia de green house (casa verde) com glass house (casa de vidro). Porque a energia entra naquela casinha de vidro, esquenta o ar, mas ele não sai lá de dentro. O efeito estufa é um efeito que diminui, ou até anula a dinâmica de fluído de atmosfera. Você está dentro do carro, com vidro fechado: você vai morrer porque você está com calor. Abriu o vidro, caem 20 graus quase que automaticamente.
Terra: E os outros gases, como os CFCs?
Felício: Essa besteira que inventaram que foi o protocolo de Montreal, que antecedeu outra besteira chamada protocolo de Kyoto, fala que não pode ter. Criaram até delegacias nos Estados Unidos para não se usar CFC. Você torna o gás um vilão, que quem usa tem que ser preso para não destruir a camada de Ozônio. Chegou-se ao ponto de se confiscar produtos, como desodorantes, que usavam esse gás. Resumidamente, é queda de patentes: é um gás altamente benéfico para a indústria, não reage com nada. Quando ele cai no mar, as próprias bactérias o destroem, segundo o último artigo científico que li. A quantidade de CFC é irrisória.
Terra: Mas não causa buracos na camada de ozônio?
Felício: Mudança climática não é ciência consolidada. Lá na Inglaterra já está saindo do currículo escolar. Mas para nós aqui, que somos país de terceiro mundo, continua se ensinando esta besteira. O que existe na atmosfera é nitrogênio e oxigênio. O tal do ozônio é um estado transitório quando a energia solar incide sobre a atmosfera. O ultravioleta categoria C, por propriedades da molécula, age sobre o O2. É bem simples o que eu vou dizer: ele reage, e gera o ozônio. Ele é transitório. Quando não tem energia, não forma. Sem sol, não tem camada de ozônio. É um ciclismo rápido. Quando não tem luz, não tem ozônio.
Terra: Você já viu, certamente, o documentário “Uma Verdade Inconveniente”, do ex-vice-presidente dos EUA, o Al Gore?
Felício: Ele é um sem-vergonha! Ele é dono da bolsa climática CCX (que cuida de créditos de carbono), que está caindo por chão, porque sua história é irreal. O filme e o livro são proibidos de entrar nas escolas do Reino Unido. A alta corte britânica proibiu, você sabia disso? Porque tem pelo menos 10 inverdades ali. Aqui você vai a qualquer escola e tem gente ensinando e falando do filme daquele desgraçado.
Terra: Quais inverdades são essas?
Felício: Uma é a do próprio efeito estufa, ao mostrar que os efeitos meteorológicos estão ficando severos. Poxa, gente de velha guarda dos Estados Unidos que estuda tornados e furacões há décadas mostra que isso não existe. É o processo da desinformação. Colocam um cientista político corrupto por trás, que vai na história que você quer escutar. Eu estudo há anos a Antártida e já estive lá duas vezes. Os anos de 2007 e 2009 foram os mais frios, quebrou-se recorde de 1941. Justamente no ponto em que eles dizem que mais se aquece, que é a península Antártida. O pessoal do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), que trabalhava sério com as informações de meteorologia, nos últimos 15 anos mostrou que a temperatura estava baixando. Só que fecharam a estação deles! Quando a informação não convém, fecha-se.
Terra: Acho que algumas pessoas que lerem essa entrevista vão ter a impressão de que você fala de uma teoria da conspiração.
Felício: Não é teoria da conspiração, é mentira mesmo. São vários os interesses. Você vai me desculpar, mas o discurso da mídia está sempre pautado no medo, na morte e no futuro. As pessoas vão morrer! A gente fica evocando os maiores medos da humanidade.
Terra: Você está dizendo, fazendo um comparativo, que a ideia de aquecimento global é igual a dos armamentos de destruição em massa que o ex-presidente americano George W. Bush usou como justificativa para invadir o Iraque? Ou seja, a teoria do medo?
Felício: Exatamente. É o controle das pessoas. Você justifica qualquer ação governamental com isso. Esses caras estão passando por cima de tudo, estão legitimados porque estão salvando o planeta. Você está abrindo precedentes para se salvar o planeta. Passa por cima de lei, de controle de recursos naturais. O medo legitima a implementação de qualquer coisa, e ainda serve de desculpa que não deu para fazer algo que deveria ser feito. Teve enchente? Poxa, desculpa, quem mandou você usar o seu carro? Mudou o clima do planeta: se você não usar a sua lâmpada de led você vai ter um desastre de enormes proporções. Agora inventaram até essa história de proibir sacolinha plástica (a distribuição em supermercados) para obrigar as pessoas a gastar mais dinheiro.
Terra: Você também é contra isso? Mas o plástico demora mais de 100 anos para se degradar no ambiente.
Felício: O planeta é muito mais sofisticado do que a gente acha. Já existem vários mecanismos na espreita aproveitando a oportunidade. Já ouviu falar das leveduras negras? São bactérias que comem até petróleo. Esse papinho que não pode usar plástico é bomba relógio elitista, porque os pobrezinhos não vão poder mais usar. Vai fazer as pessoas gastarem dinheiro para se comprar plástico? É uma sem-vergonhice! Daqui a pouco vão falar que o aquecimento global começou com as sacolinhas. Temos tecnologia para chegar no lixão e eliminar o plástico. Poxa, já temos bactéria que come até petróleo! É a velha máxima: ‘Está com dor de cabeça? Corta a cabeça’.
Terra: Por que não usaram essa tal levedura no derramamento de óleo do golfo do México, então?
Felício: É como eu disse: tudo uma questão de interesse. Sempre é assim. Já estou abstraindo dessas coisas. Não dá, cara.
Terra: O que você acha da Conferência das Nações Unidas para Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, que ocorre agora no próximo mês de junho?
Felício: Minha opinião é a pior possível: a (premiê alemã Angela) Merkel não vem, um monte de gente não vem. O que vamos deixar para os filhos? Rio+50, Rio+infinito? Isso é literalmente manter as colônias daqui sob o domínio europeu. Em 1492 vieram com o espelhinho vender para gente, agora vêm com essa mentira. É a ‘mamata’, meu velho. A cada 20 dias tem uma reunião num lugar exótico: você não adoraria viajar? Copenhague no Natal? Show! (sobre o último grande encontro climático mundial na capital dinamarquesa, em dezembro de 2009). Nunca vamos resolver esse problema porque é a ‘mamata’ e não precisa de nenhum cientista para falar isso. O mito tem poder porque as pessoas acreditam. Aí eu quero ver quem é que vai por o nomezinho para se responsabilizar. Em ciência, quem faz afirmação é que tem que provar. Isso é um princípio, o cético não tem que provar, a gente pede a prova. Não tem prova nenhuma, isso que é o pior.
Não tem medo de estar totalmente enganado?
Felício: Nenhum mesmo. Não dá mais. O planeta vai fazer o que quiser e danem-se vocês seres humanos. Quando eu quiser fazer nevasca, vou fazer, e quando tiver tsunami vocês correm com os rabos no meio das pernas. Veja como é curioso: os cientistas sempre têm uma solução desde que você pague por elas. O cético fala para você não fazer nada, e não pagar nada. Não estou falando para você pagar algum produto meu.
Terra: E se daqui a alguns meses você escrever um livro falando sobre tudo isso? Não será também, de certa forma, por interesse?
Felício: A pior coisa para um cientista é ter que fazer isso. Passo o bastão para quem quiser. Queria ficar no meu cantinho, fazendo minha pesquisa, trabalhando sossegado. Mas é muita patifaria. Sou humanista, não um marxista. É o destino da humanidade por outro viés. O planeta vai muito bem, obrigado. Vai continuar por aqui quando nós já tivermos desaparecido. Já tem um monte de livros aí na praça, gente muito melhor do que eu. Procura na internet. São 35 mil oceanógrafos, meteorologistas dos EUA. Muita gente que não aceita essa hipótese. Não tem mais o que falar: tem que encerrar esse assunto. São dois mil anos de assunto, chega! Temos que nos preocupar em resolver os assuntos da humanidade, como os recursos hídricos para resolver a condição das pessoas na seca.
Hoje, dia 11 de maio, meu filho Thomas completa vinte e quatro anos de vida. Tenho três filhos e, em termos de intensidade e favor, amo-os igualmente. O que muda é o relacionamento, no nosso caso, diferente com cada um deles.
O Thomas, como os outros, tem suas particularidades e isso é muito bom. Seria horrível se a nossa tentativa de educar todos do mesmo jeito desse certo. Ainda bem que Deus não nos permite esse tipo de liberdade. Bom, como nos anos anteriores, quero mencionar a história do Thomas que foi registrada no site Kerigma, tocado exemplarmente pelo meu amigo Volney Faustini. Seria legal se você fosse lá agora antes de ler o resto. Clique aqui, então.
Estamos de volta, muitas vírgulas fora de lugar depois, e confesso ter me esmurrado até, antes de sentar e começar a escrever esse texto. Os dias continuam sendo como Deus quer e, nesses anos todos, sempre que me vejo cara a cara com o criador, ele não precisa me dizer mais nada. Invariavelmente repito a mesma frase: “Já sei, está sendo como o Senhor quer”.
Certa vez, alguém disse que o Thomas seria nosso mestre. Ele nem se dá conta de quanto é usado por Deus para nos direcionar. Não é tanto pelas palavras ou atitudes, mas pela graça celestial que resplandece sobre ele. Não é muito fácil você, pai meio mole como eu ou outro, enxergar, em meio às dores de um filho amado, a presença divina. Mas ela está lá, tem estado em todos esses anos e continuará sendo assim.
Este ano, como o próprio Thomas lembra, não está sendo diferente dos anteriores. Quando chega o aniversário dele os sinais tornam-se inequívocos. Todos os anos, proponho-me a dar-lhe um aniversário inesquecível, quem sabe fazendo-lhe alguma vontade maluca ou a realização de algum sonho. Acabei de ler a biografia do Steve Jobs e ele presenteou cada um dos seus quatro filhos com uma viagem a segundo a escolha de cada um. Isso o levou duas vezes ao Japão, outra a Europa e a outra nem lembro mais, certamente foi no mesmo nível. Claro que não precisaria ser nada assim, embora o Thomas escolheria ir a Cancum, sem pestanejar, se não me engano. Mas, quem sabe, uma viagem mais simplória poderia acontecer, desde que o alegrasse além do normal.
Entretanto, esse é mais um ano que mal posso dar-lhe parabéns pelo Facebook, quanto mais bancar a fada Morgana e transformar-lhe alguma fantasia em realidade. Ontem a fonte do meu microcomputador pifou e, não fosse essa minha capacidade lulistica de fazer gambiarras, eu nem estaria escrevendo esse texto agora. Acho que o bolo está salvo, embora, mais uma vez, não possamos permitir que ele convide as pessoas que gostaria e nem receber os inesperados bem vindos porque estamos longe de todos, a principal dificuldade. Ficamos, então, à mercê do Facebook, torcendo pro pessoal ver a lista de aniversariantes e fazer o enorme esforço de deixar algum recadinho para ele. Claro que há um contingente interessado, sobretudo o pessoal ligado à Turma do Chaves (fãs) e alguns amigos e parentes infalíveis nessas ocasiões, mas eu queria ver um mundo de gente ali.
Se eu tivesse uma conta bancaria bucadinho mais robusta, moveria o planeta e faria o Chaves ou Kiko ligar para ele, nem que fosse para dizer duas frases. Mas isso é utópico. Vamos ver se no próximo consigo fazer alguma coisa capaz de emocioná-lo um pouco, ao menos.
Ele sabe que pode contar com meu apoio incondicional. Acho, também, que ele nem sabe do que sou capaz para alegrá-lo e/ou melhorar a qualidade de vida dele. Talvez esteja respeitando demais a liberdade alheia e precise ser mais agressivo. Vamos ver.
De qualquer forma, agradeço a Deus por cada dia que ele nos dá para estarmos juntos, portanto, por mais este ano que terminou hoje e pelo novo ano que se inicia amanhã, junto ao Thomas.
Nos tempos do seminário, brincávamos ao constatar que uma das menores palavras da língua portuguesa continha um imenso significado. Estou me referindo à palavra “fé”. Não creio que alguém ache tarefa fácil definir fé.
O Rick Warren define fé como teste de Deus. Para ele, Deus está sempre testando a fé dos seus eleitos (o cara deve ser calvinista) para proveito da própria vitima. Cada um precisaria ter noção da fé que tem. Para Paulo, o apóstolo, a vida cristã sucede de fé em fé, conforme afirma em carta aos Filipenses, o que me leva a imaginar que uma experiência de fé precede outra experiência de fé, a caminho e sempre ou pouco maior ou mais importante.
Para mim, a pior parte desse negócio de viver por fé é ver minhas vontades sendo solapadas a cada etapa. Isso me deixa muito puro. É isso mesmo, puro, puro idiota que pensava saber alguma coisa. Não sei como Deus consegue fazer isso com a gente, mas faz. Perdi a conta das vezes em que tinha tudo calculado e Ele me deixou com o mico na mão.
O Rick vai ainda mais longe afirmando que uma vez tendo optado por uma vida pela fé, não há volta, é para sempre. Não sei se o Rick é a melhor referência para falar sobre fé, ou qualquer outro tema teológico, mas sou obrigado a concordar, nesse quesito. Depois que fiz essa imprudente opção, Deus não largou mais do meu pé e fica aí sempre querendo provar que está certo e eu errado, ou me desencaminhando ou, ainda, me descarrilhando. Droga.
Nos últimos anos, o velhinho me deixou só com a minha fé, feito um Jó. Nada mais de encontros no alto do morro, nem nos cafés ou nas praças de alimentação dos shoppings. Talvez isso tenha acontecido por causa da imprudência de Paulo com essa história de crescer espiritualmente de fé em fé, sei lá. No máximo, umas visitas noturnas do sofrido e malandro anjo protetor do meu filho, o Raniel, que sempre aproveita para me dar alguma notícia do reino.
Em minha proverbial humildade, afirmo que poucos desses teólogos twitteiros tiveram a fé que eu tive. Duvido que qualquer um deles atravessaria o atlântico sem nenhum puro no bolso, como fiz, certo de que Deus era comigo. Uma vez, essa é boa, estava sem nenhum, nem para dar esmola, e morto de fome, quando ouvi Deus me dizer (sei que você não vai acreditar nisso) para ir ao Mcdonald, bons tempos aqueles. Cheio de fé, não só fui como ainda levei o Siepierski comigo. Claro, no caminho me senti um idiota e ouvi os demônios fazendo a dança da morte em volta da minha cabeça. Estacionei e, mal desci do carro, uma jovem me abordou, enquanto outra fazia o mesmo com o Siepierski. Calma, não era o que você está pensando, elas queriam saber se topávamos fazer um teste de sanduiches para o Mcdonald, com direito a um lanche, com fritas e refrigerante grátis, no final. Putz, nunca comemos tanto naquele lugar, como naquele dia, e sem pagar lhufas. Depois disso, nem sinal dos capetas, mais. Ainda tirei um sarro da cara do Siepierski perguntando-lhe: “Você teria fé para vir ao Mcdonalds sem dinheiro, crendo que Deus nos providenciaria um lanche desses?”
O fato é que as experiências de fé se multiplicaram em minha vida, entretanto, todas as vezes que dou de cara com os meus planos indo por água abaixo, minha tromba cai. Cara, como isso é frustrante. Você assume compromissos, todos com o tradicional “sem falta” e chega o dia e nada. Deus não está nem aí para meus planos. Ligo para ele e só dá caixa postal. Nem o Gondim sabe onde ele anda. A D. Arlete sabe, mas fica com aquele ar de profeta sabe tudo e só fala por enigmas e parábolas que a gente só entende quando a vaca já foi para o brejo. Até parece eu, quando sou consultado. Ah, como é bom estar por cima da marmelada ou da carne seca se você for nordestino.
Mas o fato é que somos exigidos segundo a nossa fé, todos os dias. Quem tem mais, terá que dar mais, não adianta tentar esconder sua fé em qualquer lugar. Ele sabe que você a tem e irá trata-lo por esse critério, como está fazendo comigo nesse exato momento, enquanto frustra tudo que eu havia planejado para hoje e os próximos dias. Pior será ver que, no fim, tudo deu certo, mas do jeito dele. Nesse propósito você verá coisas incríveis acontecerem, que até Deus duvidará. Essa semana, meu amigo e advogado nas horas mais tristes me disse, ao se referir a uma causa cível na qual estamos envolvidos: “Meu, isso é um milagre”. Tal o inusitado do andamento do trem.
As coisas não andam mais segundo o que quero, mas segundo a fé, que implica em confiar, totalmente, cegamente, infinitamente.
Quando fui comunicado sobre esse disparate, enviei resposta em inglês, segundo caminho indicado no próprio site, informando que o vídeo em questão foi realizado em minha casa, com meu computador e minha webcam. Os atores do vídeo são: meu filho, um jovem de 24 anos portador de uma cardiopatia congênita grave, que raramente sai de casa e que dificilmente se emociona positivamente e eu. Naquele dia, eu o flagrei curtindo uma música da banda SuperTramp (que não existe mais), usando sua mesa de trabalho como se fosse um piano, de costas para o vídeo. O que se ouvia da tal música era quase nada, e não tinha qualquer importância para a cena, basta assistir ao vídeo para verificar, se ainda fosse possível.
Enfim, dessa vez vocês foram ao extremo do exagero, da falta de qualquer senso aceitável. Infelizmente, confiei nesse site como um instrumento do bem e não guardei uma cópia do vídeo, que era importante para nós e até histórico. Um menino sofrido que teve um momento de alegria, mas os infames e absolutamente desprovidos de qualquer forma de sentimentos humanos (essas coisas desagradáveis para todos vocês) cujo único tema que lhes interessa é a preservação de suas insignificantes mediocridades financeiras e dominantes. O tal “puder” que tanto amam.
Pessoalmente, poderia relacionar, pelo menos, alguns milhares de vídeos que vocês exibem sem qualquer pudor para meu desagrado e que certamente vocês não moveriam uma palha para retirá-los de circulação, caso solicitasse, sob algum argumento imbecil como direitos autorais, moralidade ou material reacionário. Claro que eu jamais me daria a esse desfrute, isso não faz parte das minhas prioridades rasteiras.
Aproveito ainda, para solicitar que vocês parem de encher meu saco com esse assunto. Vocês cometeram essa brutalidade (retirar um vídeo cuja propriedade por todos os direitos conhecidos (menos a do ditador Chaves, da tal IFPI e a dos piratas do vale do silício) me pertence, há mais de um ano e eu, desprovido de uma cópia, jamais tentei retorná-lo e dei o caso como inevitavelmente perdido.
Para piorar as coisas, recebi pouco tempo atrás uma comunicação em inglês, o que me faz supor que tenha sido cunhada diretamente dos estúdios da Google, divisão Youtube, me informando que minha reclamação ao ato desgovernado de vocês havia sido reconsiderada e em poucos dias (14 segundo a nota) ele seria restituído à minha página. Tudo bem, não poderia esperar nada pior de vocês.
Para encerrar, meu filho nunca aprovou mesmo a divulgação daquele vídeo, porque ele deve sentir-se ridículo naquela pose de alegria, de um momento sublime, captado pelo imbecil do pai dele.
By the way só me resta mandá-los à merda. Poderia ser mais polido, mas com me ensinou o Steve Jobs, aquele da Apple que vocês adoram por tê-los humilhado todos os dias enquanto viveu, que sou só um senhor de classe media baixa e é assim que trato imbecis inoportunos como os ditadores do Youtube.
Se quiserem fechar a minha conta, também, fiquem a vontade, ela não me fará falta alguma, evidentemente.
Espero que tenham a sorte que merecem.
Luiz Henrique Mello
OPs: Antes de fechar minha caixa postal, ainda encontrei o E-mail abaixo, enviado pelo pessoal do Youtube que fala inglês:
Dizem por aí que Dilma teria solicitado ao Banco Central a troca do Louvado seja Deus por essa outra inscrição na nota acima.
Verdade ou não, vale lembrar que a maior causa de destruição das nações e sociedades, na história da civilização, foi o pecado de tentar igualar-se a Deus.
“Porquanto tendo o conhecimento de Deus, não glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes se tornaram nulos em seus próprios conhecimentos, obscurecendo-se lhes o coração insensato”
Parece que o Criador não curte imitadores pífios.
Vai Lula, cê consegue.
Ops: O nosso pessoal da produção já nos informou que o Roberto Freire pagou grande mico por discursar em cima dessa notícia que é falsa e foi veiculada por um site de piadas. Provavelmente a ideia dessa piada provem de inevitável semelhança com os fatos reais, não pela inscrição nas notas, mas pelos delírios do cidadão em pauta.
Na visão revolucionária de Jesus, felizes são os desventurados, os em aperto, os endividados, os amargurdos de espírito, os perseguidos, os incompreendidos, os rebeldes, os esquecidos.
P. Brabo
pensamento diário
"A era da mídia é também a era da solidão".
Jacques Ellul
Intercessores e mantenedores
Agradeço a Deus por cada um de vocês que têm participado de nossa luta.
"Para a nossa avareza, o muito é pouco; para a nossa necessidade, o pouco é muito".
Seneca
PROJETO CORAÇÃO VALENTE
Atenção
Preferencialmente, não faça doações a instituiçoes. Doe a uma pessoa necessitada perto de você.
Nesta semana estarei cumprindo a minha missão, dando o meu melhor a ela. Não sei se será desta vez que estaremos juntos para conversar, debater e trocar ideias. Caso ainda não tenhamos marcado algo nesse sentido, eu encorajo você a entrar em contato comigo e agendarmos algo para engrandecer o seu pessoal e também a nós mesmos.
Grande abraço
lou mello
Seminário Finanças OK
Um dia onde você agregará inegável valor à sua saúde financeira, tornando-se uma pessoa melhor preparada para enfrentar a Era da Informação e o século XXI; com testemunhos, instrumentos e ferramentas consistentes.
Reserve uma data agora - Vagas Limitadas
Organize um Finanças OK em sua Igreja, Empresa, Clube, Sindicato, Grupo de Amigos, etc.
A Relação custo-benefício é excelente.
Faça seu pedido de contato através da Aba "Contato"
Conheça e leia o livro Finanças Ok através do link no rodapé desta página.