protestos
O fim trágico das “sacolinhas de supermercados”
25/01/12

Então chegou o dia da “saculinha”, ou seja, a partir de agora você vai a um supermercado comprar, consumir, clientar um monte de itens, grande parte antiecológicos, a começar daqueles que foram divinamente preparados com agrotóxicos, os transgênicos, os encharcados de hormônios, os não biodegradáveis e um monte de outras porcarias cancerígenas.
Depois de pagar uma grana considerável por tudo isso, onde boa parte (40%) irá engordar os cofres do Banco Central do nosso amado governo, onde não há corrupção alguma (tudo invenção da Veja e do Estadão) e daí, precisará se virar para levar tudo que comprou. Você poderá adquirir umas sacolas de pano (tão ou mais não degradáveis que as de plástico) por preços módicos, ali mesmo no caixa ou colocar tudo nos seus bolsos. Os donos dos supermercados avisam que não permitirão que você utilize os carrinhos para levar seus badulaques até seu carro.
Tudo isso devidamente respaldado por decisões judiciais, aquelas que os juízes resolvem, sim por que os senhores magistrados brasileiros entendem de tudo e deliberam sobre tudo sem dignarem-se a ouvir os idiotas que se especializam em suas áreas e muito menos a opinião pública. Para que? Se esses senhores e senhoras que militam a justiça ganhando salários desproporcionais com a nossa realidade fossem mesmo conscientes de seu papel teriam determinado que os supermercados continuassem disponibilizando as “sacolinhas” aos clientes que as desejassem usar, gratuitamente. Ratificando assim, o direito democrático do cidadão em decidir o que é melhor para cada um.
Pior é que ainda precisamos tirar o chapéu para os caras, pois eles fizeram a lição de casa direitinho ao convencer todos mundo que as “sacolinhas” eram antiecológicas e precisavam ser proibidas. Como diria o personagem ilusionista do John Travolta em Swordfish “As pessoas acreditam naquilo que veem”.
A vida é fácil mesmo e os supermercados colaboram tanto para facilitar tudo para nós, não é mesmo?
Povo que aceita tudo sem reclamar merece.
Vocês venceram de novo!
La se vai outro violão Di Giorgio novinho pra caixa prego.

Protesto com ‘apagão’ nesta quarta contra lei antipirataria nos EUA
18/01/12
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Página inicial da Wikipedia nos EUA exibe protesto; versão brasileira está disponível
Nesta quarta-feira (18), diversos sites norte-americanos protestam contra dois projetos de lei parecidos, chamados Pipa (do inglês, lei para proteger a propriedade intelectual) e Sopa (do inglês, lei para impedir a pirataria online). A Wikipedia está entre as maiores páginas que aderiram ao protesto, ficando fora do ar durante 24 horas durante toda a quarta (horário de Washington). Já o Google exibe logo abaixo da caixa de buscas a frase “Diga ao Congresso: por favor não censure a web”, com um link para uma página especial.
Outros grandes sites que aderiram são a página de anúncios Craigslist, o site Reddit (que reúne notícias de internautas) e o blog Boing Boing.
A página inicial da Wikipedia em inglês exibe a seguinte mensagem. “Por mais de uma década, passamos milhões de horas construindo a maior enciclopédia da história humana. Neste momento, o Congresso norte-americano considera uma lei que pode fatalmente comprometer a liberdade na internet. Por 24 horas, para chamar atenção [para o problema], a Wikipedia ficará fora do ar”. Em seguida, vem um link que explica o projeto de lei.
Embora tenham recebido o apoio da indústria cinematográfica de Hollywood e da indústria musical, o projeto enfrenta a oposição de associações que defendem a livre expressão, com o argumento de que essa lei permitirá ao governo americano fechar sites, inclusive no exterior, sem necessidade de levar a questão à Justiça. Empresas como Google, Twitter, Yahoo e Ebay já assinaram uma carta aberta expressando sua preocupação com o projeto.
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Página especial do Google conta uma breve história sobre o Sopa e convoca internautas: ?diga não ao Congresso para não censurar a web e para não enfraquecer a economia da inovação?
Debatido no Congresso, o Sopa permitiria ao Departamento de Justiça dos EUA investigar e desconectar qualquer pessoa ou empresa que possa ser acusada de publicar material com direitos de propriedade intelectual dentro e fora do país. Segundo a Wikimedia Foundation, responsável pela comunicação da Wikipedia, o projeto, se aprovado, “prejudicaria a internet livre e aberta e proporcionaria novas ferramentas para a censura de sites internacionais dentro dos EUA”.
Responsabilidade
A Wikipedia, por exemplo, é um site colaborativo, em que qualquer pessoa pode publicar ou editar um conteúdo. As páginas da enciclopédia virtual recebem cerca de 360 mil usuários de todo o mundo é está no top 10 de sites mais acessados. Se a lei passar a vigorar e algum usuário da Wikipedia copiar algo de alguém ou mesmo postar qualquer tipo de conteúdo ofensivo, por exemplo, o site poderá ser responsabilizado.
“No mínimo, caso a lei seja aprovada, qualquer serviço que hospede conteúdo gerado por usuário estará sobre enorme pressão para monitorar e filtrar todo conteúdo postado”, argumentou um ativista da Fundação Fronteira Eletrônica, instituição americana cujo objetivo é proteger os direitos de liberdade de expressão.
Casa Branca
No final de semana, informa a agência de notícias Reuters, o Sopa foi criticado pela Casa Branca. Isso somado às críticas do público fez com que os assessores do Congresso se preparassem para reformular o projeto de lei ou possivelmente redigir novas medidas. Em mensagem publicada em seu blog, a Casa Branca afirmou que não podia apoiar “um projeto de lei que reduz a liberdade de expressão, amplia os riscos de segurança na computação ou solapa o dinamismo e inovação da internet global”.
(Com AFP, EFE e Reuters) do UOL Notícias

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