Artigos com o marcador TeoLougia de quintal
Pela liberdade religiosa,
05/02/12

Mesmo aos adeptos da teologia da prosperidade ou aos calvinistas e os macumbeiros.
Quanto ao pessoal dos trabalhos em esquinas, não tenho muito a dizer. Entendo mais de cozinha do que deles e olha que não sou desses que sai do armário quando o assunto envolve panelas e escumadeiras. Minha única participação com essa gente foi na forma iconoclasta, em ocasiões em que fui convocado a desmanchar os trabalhos deles. Nada contra aquela porcariada na frente da casa dos outros, mais no sentido de evitar que o alvo daqueles, digamos, trabalhos não viessem a ser afetados. Pelo andar da carruagem, se aquilo tinha algum fundamente, a coisa sobrou foi para mim.
Sou um cristão protestante que os caras chamam de “Os Sem Igreja”.
Minha última participação em igreja, de modo “formal”, há mais de quinze anos, foi junto à Igreja Batista do Sumarezinho, já extinta. Se não me engano, o cadastro dela foi absorvido pela IBAB. Se eu desejasse retornar ao seio da Igreja Instituição, precisaria dirigir-me ao Ed Rene Kivitz para solicitar minha reintegração. Realizaram a cena? Pois é, tal nunca se dará.
Por outro lado, acredito em liberdade religiosa, uma das poucas heranças positivas de minha passagem lamentável (por mim, claro) pela Missão Portas Abertas. Acho que os caras da Teologia da Prosperidade tem o mesmo direito religioso que os calvinistas ou os ateístas. Eu mesmo não faço coro com nenhum desses imbecis. Sou um imbecil de outra estirpe, mais esculachado, subversivo e anarquista, mas cristão.
É aquela velha calçada desbotada ou coisa assim, como diria o saudoso Djaniris com quem tive uma oportunidade única de esbanjar meus dotes musicais. Claro que alguns dirão que foi o Roberto Carlos quem disse isso, mas prefiro pensar que foi o Djaniris, por quem poria a mão no fogo. Autorias à parte, o que eles queriam dizer é que Jesus Cristo se parece com algo mais democrático, igualdade, generosidade ou algo assim.
Entristece-me quando vejo alguém querendo subir batendo nos mais fracos. Faça como eu, suba batendo nos mais fortes. Aí sim você provará que é macho ou macha (uma fêmea machona). Claro que há aí algum paradoxo. Pessoal que bate na turma da teologia da prosperidade, geralmente, é oriundo de igrejas calvinistas desejosos de ocupar um lugar ao sol em suas próprias igrejas. No meio evangélico, onde graçam as igrejas institucionais, os calvinistas são infinitamente mais fracos, seja em número, seja em poder aquisitivo ou em PIB. O Problema é que eles (os calvinistas) participam de Redes Sociais muito mais que os adeptos de bispos e Malafaias e usam esses meios para suas lutas por cargos e lugares.
Interpretações bíblicas se equivalem, mesmo que diametralmente diferentes. Ninguém recebeu a chave da caixa de pandora bíblica. Não se iluda.
Essa é outra vantagem de ser um “Sem Igreja”, ou seja, na minha igreja mando eu… Depois de Jesus, claro, se bem que ele mais falta do que comparece.

Ecos da Teologia da Libertação
27/01/12

Quem imaginava que a chamada Teologia da Libertação estava morta e sepultada enganou-se. Quando o assunto envolve alguma seita cristã, sempre há o pós-morte, mais conhecida como ressurreição, para mim, a maior jogada do marketing da Igreja Cristã dos Santos de Todas as Eras.
Ressurreições à parte, andam circulando por aí certas noticias perturbadoras dando conta de que um dos muitos escritores militantes desse póstumo movimento pretende “relançar” um de seus livros, cujo foco era a TL (não sei se ele escreveu mais de um sobre o tema). Chamo ao evento de perturbador não pelo aspecto político ou apologético, para mim, não tinha importância antes e continuará não me incomodando. Cada um acredita no que quiser e ninguém tem nada com isso.
A Teologia da Libertação recebeu muitas críticas do pessoal da direita (gente do atual Papa Hatzinger – Bento XVI -, que à época (anos 60 -70) era só cardeal, se tanto, calvinistas, gente da ortodoxia, mackenzistas, pessoal da Editora Vida Nova, da Mundo Cristão, Betânia e outras editoras onde a primeira língua era o inglês, etc.). Claro que estou me atendo ao que rolou em terras brasilis, se é que houve Teologia da Libertação em outro lugar. Bom, talvez alguns colombianos, bolivianos e argentinos tenham ouvido falar dela, muito embora ela tenha sido trazida dos Estados Unidos, onde ninguém deu a menor bola para essa mula sem cabeça. Sabe como é, todas as porcarias que não florescem por lá, eles mandam para cá ou para a África. A história de Missões está recheada de exemplos a respeito.
Lembro perfeitamente de um de nossos professores, o Richard Sturz, fazendo cruzada pelas salas de aula contra a TL, coitadinha. O cara era incansável, subindo e descendo aquelas cansativas escadas com a bandeira antiteológica, afinal quem era contra essa ou aquela teologia merecia essa designação. O paradoxo era o fato de ele ser professor de teologia, não da libertação, mas da que os teólogos da libertação sugeriam como sendo da escravidão, a mesma que a Editora Vida Nova e congêneres continuam promovendo e abrigando em suas dependências.
Aquele cara nos obrigou a ler carradas de besteiras marxistas, comunistas, esquerdistas e todas essas baboseiras de cor vermelha, de Trotski a Boff. Em breve será de Trotsky a Gondim. Se o cara pretendia liquidar com a TL por ser adepto do capitalismo cristão da livre iniciativa, seu tiro saiu pela culatra, porque acabou fazendo um monte de adeptos a favor dela. Você sabe como é estudante inseguro com autoimagem já negativada por pais, psicólogos e pastores, aceita qualquer bobagem como sendo verdade absoluta. Vir ao Brasil das caatingas, favelas e morros habitados pelos excluídos dizendo que Jesus era amigo deles e por eles morreu, para que eles tivessem vida nos vales da opulência, ao invés dos nojentos cidadãos da classe média e acima dela, era como pregar no deserto a respeito de água potável e farta para todos os sedentos, logo ali no primeiro oasis.
Sabe, o que me incomoda, mais do que toda essa miserabilidade material que estamos carecas de sofrer, para todo lado que olhamos, além do cinturão de riqueza nas imediações das zonas sul e oeste de São Paulo, onde petistas adoram habitar e eu também, é gente que se alia com o diabo só porque ele prega a favor dos pobres e oprimidos matériais, incompetentes voluntários ou involuntários. A leitura marxista da bíblia preconizada pelos teólogos da libertação seja do Genésio (Leonardo Boff), do Gutierres ou do Rubem (Rubem Alves) é tendenciosa. Eles, com toda sutileza que o saber magnânimo que eles conquistaram nos Estados Unidos e na Europa, empregam um ritmo dialético materialista à teologia deles e fazem o “oposto igual” aos teólogos da prosperidade.
Se não me engano, Jesus Cristo bíblico, para quem gosta de inerrància da bíblia, cansou sua beleza tentando explicar que ele viera para os doentes, ou seja, gente leprosa, aleijada, cega, surda e muda e todas as outras atrocidades físicas conhecidas na época e após ela, acrescentando mais uma preocupação, a saúde espiritual de toda a raça humana. Cansou de salientar que se buscássemos o Reino de Deus (leia-se vida espiritual sadia e divinamente inspirada) as outras coisas (que ele identificou claramente como sendo o que comer, vestir e nos proteger da chuva) nos seriam acrescentadas.
Claro que eu respeito esses senhores citados todos. Alias tenho até medo de ouvi-los falar e ser convencido por eles de suas ideias diabólicas e vermelhas. Eles são feras em seus saberes e eu tenho a autoestima de um cãozinho vira-lata abandonado pelas ruas de Sorocaba. Eles não precisariam nem de trinta anos para me convencer. Quanto ao Rubem Alves inclusive, devo-lhe o apetite pela leitura que ele despertou em meu filho com seus livros infantis e altamente educativos. Seguramente o lugar dele era a educação e não a teologia, para quem ele se declara anátema em sua autobiografia. Pena que ele nunca conheceu o Sistema Vocacional de Ensino e a Profª Maria Nilde Mascellani.
Se não gosto de capitalistas neoliberais, selvagens e seus congêneres, não sou obrigado, de outro lado, a me associar ao marxismo liberal, selvagem e burocrático dessa gente feia adepta do quanto pior melhor. A finalidade ultima desses é tão perniciosa quanto a dos primeiros. O pior de tudo é que o Jesus crístico da bíblia dista desses dois lados como o Sol dista da Terra. Salvo engano.

Descalçados
14/01/12

“Calçados com estes sapatos, fazemos nossa caminhada pela vida. O criador terá de nos dizer de tanto em tanto: ‘Descalça teus sapatos porque o chão que pisas é sagrado’”.
Nilton Bonder em Tirando os Sapatos
Não sei se o Paulo Brabo resolveu tirar os sapatos e andar por aí descalço ou só de sandálias, por se dar conta que estava pisando em solo sagrado, para todo lado. O fato é que os editores do livro dele “Em Seis Passos o que faria Jesus”, em castelhano, sacaram esse detalhe, aliás, tão evidente, mas os editores em língua portuguesa não perceberam, para azar nosso. Suspeito que sim, ou seja, o Brabo teria plena consciência da missão profética dele e, para melhor cumpri-la, precisa despojar-se para ser capaz de ouvir a Deus e às outras pessoas. Só há uma forma de escutar, é quando nos descalçamos e o fazemos incondicionalmente, sem reservas ou preconceitos e concentramos 100% de atenção em nosso interlocutor.
Isso torna-se engraçado quando pensamos no Brabo e toda essa sua fidelidade em relação à missão, literalmente descalço para deixar claro sua disposição de considerar todos como em solo sagrado, provavelmente, e de outro lado os caras que se arvoraram em criticá-lo, ao invés de ouvi-lo incondicionalmente ou de se descalçarem. Pior é que os opositores não conseguem perceber quão desproporcional é a atitude deles, nesse caso.
Para mim, a beleza da convivência é o respeito mutuo apesar das diferenças, sem isso vem a magoa, o confronto e no fim separação. Quem recebe o crachá de profeta fica compulsoriamente alijado da possibilidade de pisar o solo sagrado calçado. Quando entramos em solo habitado por Deus, não podemos trazer nada conosco, nem nosso Iphonezinho querido e muito menos nossas crenças e valores infelizes.
A questão é: Como tolerar diferenças entre semelhantes? Ouvir incondicionalmente é uma das opções. Essa solicitação de Deus a Moisés para ele tirar as sandálias, a meu ver, reveste-se de extrema importância, tanto no nosso relacionamento com Deus, quanto com as outras pessoas. A ideia é descalçar-se em todas as ocasiões de contato.
Faça um breve exercício de pensamento, imagine, ainda que só por um instante, que todas as pessoas seriam criaturas de Deus, independente da cor da pele, das opções religiosas, do extrato social, do gênero, mesmo os opcionais, etc. Sendo assim, o solo que elas pisam, logicamente, é sagrado e isso sempre requereria descalçar-se, despojando-se do mundo material, ao adentrá-lo. Já imaginou se todos tratassem os outros como deuses e o chão que pisam como solo sagrado? Ou seria exatamente essa a ideia de Deus para nossos relacionamentos? Sem falar que viver implica em relacionar-se. Se não houver ninguém por perto, ainda sobrará nosso relacionamento com o Criador.
Só para não ser incoerente, estou escrevendo esse texto descalço. Não sei se teria a mesma coragem e despojamento do Brabo em voltar a andar sem calçados, em todas as situações. Quando era adolescente, andei tanto descalço que acabei ferindo muito meus pés e isso requereu socorro médico. Depois do susto, recebi ordem expressa de nunca mais andar descalço. Meus pais não liam a bíblia e meu pai, particularmente, tinha um grande trauma em relação a isso. Nos tempos de menino, ele só calçou seus pés quando foi para a escola e, naquela época, andar calçado era sinônimo de status. Talvez ainda seja. Esses costumes preconizados pelos interesses de mercado só servem para nos afastar dessas verdades tão necessárias e importantes para nossa sobrevivência, como se elas não existissem.
Ouvir incondicionalmente, considerar a todos como deuses e o solo que pisam como sagrado. Isso tudo implica em tirar os nossos sapatos e esse será o nosso melhor legado.

Reparem nos pés de todos eles.
Anjos
05/01/12

Minha educação angelical começou muito cedo. Tomei minhas primeiras lições num salão de barbeiro. Havia lá um calendário tranquilizador: uma paisagem bucólica, um menino e uma menina, irmãozinhos, pés descalços, pelas trilhas da floresta, sozinhos, é possível que sua mamãe os tivesse mandado entregar uma cesta de frutas e queijos à vovozinha que morava no outro lado da floresta, prestes a atravessar uma frágil pinguela sobre um abismo. Era tão fácil cair! Mas não havia razões para temer. Protegia-os um anjo de beleza forte e brancas asas enormes. Com um quadro daqueles na parede, os pais e mães podiam dormir tranquilos. Era o Anjo da Guarda que, segundo se acredita, continua a guardar as criancinhas que atravessam pontes nas florestas. Pergunto-me o que terá acontecido com eles. Haverá anjos da guarda encarregados de proteger as crianças nas ruas? É preciso que um artista pinte o quadro.
Numa loja de sírios aprendi sobre os pés dos anjos. O senhor humilde se aproximou do balcão e pediu:
“Um pé-de-anjo número 29.”
Seu Nagib entendeu imediatamente. Trouxe-lhe um par de tênis brancos. Só que, naqueles tempos, ninguém conhecia a palavra “tênis”. Era pé-de-anjo. É fácil compreender por quê. O maior orgulho dos pais católicos beatos era que a filha desfilasse na procissão vestida de anjo, o que era o terror dos patos, cujas penas eram arrancadas sem dó nem piedade para a confecção das asas dos seres celestes. Inúteis eram os grasnados dos patos. Patos não têm anjos da guarda que os protejam dos seres humanos. Branca a grinalda, brancas as asas, branco o vestido – os sapatos teriam de ser brancos também. Pé-de-anjo.
Depois foi na escola dominical da igreja protestante, que eu frequentava contra a vontade. Faziam-me cantar um hino que dizia: “Eu quero ser um anjo, um anjo bom de Deus, e imitar na terra os anjos lá do céu”. Foi então que se manifestou minha vocação para a heresia. Pensei que o hino estava errado: se Deus me fizera menino era porque ele queria que eu fosse menino. Aquele hino era um desafio à vontade divina. Deus queria que eu fosse menino. Mas os religiosos eram mais piedosos que o próprio Deus e queriam que eu fosse anjo. Eu não queria ser anjo, pois achava que a vida dos anjos devia ser muito chata. Os anjos obedecem sempre às suas mães. Preferi continuar a ser menino.
Rubem Alves

Você pode mudar o mundo se quiser, basta abrir mão de seu filho
26/12/11

Então disse Deus: “Tome seu filho, seu único filho, Isaque, a quem você ama, e vá para a região de Moriá. Sacrifique-o ali como holocausto num dos montes que lhe indicarei”. Gen. 22:2
Quando estudava a bíblia junto com meus alunos, pelos seminários clandestinos afora, costumava traçar um segmento de reta desse evento abrâmico e outro segmento de reta no evento em que Jesus anuncia sua morte aos seus discípulos, lá no livro de Mateus 20:17. A seguir unia os dois segmentos com uma reta. Fazia isso no quadro negro, que por sinal era verde, para que todos visualizassem. Pena que ainda não tínhamos o PowerPoint, naquele tempo. Queria que eles percebessem a estreita ligação entre esses dois acontecimentos, ainda que entre eles houvesse a distância de mais de um milênio.
Sem dúvida, esses dois acontecimentos primordiais encerram a essência da fé. Primeiro Abraão, em que pese toda a dramaticidade experimentada a caminho daquele monte infame, Deus estava tratando de ensinar, não apenas a Abraão, mas toda a raça humana uma das mais importantes lições necessárias à manutenção da espécie sobre o planeta: a fé. Não a fé em si próprio, que tem lá seu valor, também, mas a fé no Criador. Quando ficou claro que Abraão iria até o fim, sem titubear, no cumprimento do mandato divino em sacrificar seu único filho, o anjo surgiu e disse:
“Abraão! Abraão”!
“Eis-me aqui”. Respondeu ele.
“Não toque no rapaz”, disse o Anjo.
“Não lhe faça nada. Agora sei que você teme a Deus, porque não me negou seu filho, o seu único filho”.
A questão mais importante envolvia confiança, fidelidade, além de fé. Sem dúvida, desde o momento em que Abraão ouviu a instrução de levar seu filho para o holocausto até o aparecimento do Anjo cancelando a operação, o homem viveu uma situação dramática indescritível. Não era só a morte do único filho, o que já seria terrível, mas o assassinato efetuado pelo próprio pai.
Caminhando pelos meus segmentos de retas e reta, chegando até o outro evento, onde Jesus é o sacrificado, o que temos? Não seria algo dramaticamente igual ao lance abrâmico? A morte do filho único por decisão voluntária do próprio pai? Sem dúvida, mas ainda há mais. As duas situações foram redentoras, Isaque não poderia ser sacrificado porque de sua sobrevivência dependia toda a descendência de um povo e Jesus não poderia deixar de morrer porque disso dependia a saúde mental de toda a humanidade, contaminada pela pior de todas as doenças, a culpa.
Ser escolhido por Deus para qualquer tarefa, da mais simples até à mais complicada, sempre será privilégio dos grandes. Dificilmente Deus reivindicará um filho ou um bem material, por si só. Seus pedidos envolverão qualidades e atributos indispensáveis à sobrevivência de toda a raça, a Sua criação. O ato desprendido e terrivelmente insuportável vivenciado por Abraão, ou o maior de todos, o de Cristo, vivenciado pelo próprio Criador, não foi a mudança do mundo por um Iphone ou um Iped. Morrer ou viver, perder ou ganhar não serão, necessariamente, o objetivo ou a questão.
Com esses eventos, Deus mudou o mundo da morte para a vida, ressuscitando a fé, o único atributo capaz de manter esse mundo vivo.
A falta de fé é a maior e mais potente arma de devastação em massa. Os presidentes gastam milhões tentando impedir que seus inimigos possuam armas biológicas, químicas ou atômicas, mas não dão um centavo e muito menos um filho em favor da fé.
Certamente não é uma questão de igreja, seita ou instituição religiosa, mas de confiança, fidelidade e fé. Fazer o que Deus disse para fazer, sem questionar.
Até onde você iria na confiança de que a palavra de Deus é a coisa certa a fazer? O que você estaria disposto a dar para salvar a humanidade ou como diria Jobs, mudar o mundo?
Esses segredos revelados encontram-se na Bíblia. Por mais complexo, ambíguo ou complicado que seja, aí se encontram todas as revelações básicas necessárias. Urge voltarmos a ler e estudar o Livro Sagrado, não só nas academias, mas entre todos nós.































































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